Livro de Visitas

Que bom que você está aqui!

Sua opinião sobre o nosso portal é importante para nós. Deixe seus comentários, críticas ou sugestões e compartilhe suas ideias com a comunidade de leitores e visitantes da ECCLESIA.

A memória deste Livro de Visitas

Reunimos aqui as mensagens publicadas no antigo Livro de Visitas da ECCLESIA. Integradas às contribuições mais recentes, elas preservam a memória do nosso portal e o testemunho daqueles que nos acompanham ao longo de tantos anos na internet.

Obrigado!

 
 
 
 
 
 
 
Os campos marcados com * são obrigatórios.
Seu endereço de e-mail não será publicado.
É possível que sua entrada só fique visível no livro de visitas depois de revisada.
Nós nos reservamos o direito de editar, excluir ou não publicar entradas.
COMENTÁRIO 939: Sim, entendo sua posição, caríssimo Teófilo, mas quando falamos de Igreja não podemos pensar apenas questões socioculturais ou político-culturais, porque o culto que a Igreja realiza ultrapassa toda a língua e barreira sociocultural. A questão do papado não é expressa como invenção da Igreja, vc bem sabe, mas de cunho da Palavra para a Igreja. Não foi Jesus quem disse: "És Pedro (Cefa)?" Não foi ele quem recomendou: "Cefa, confirma teus irmãos na fé". Não pediu Paulo permissão a Pedro para pregar? Não questionou Jesus três vezes a Pedro encarregou-lhe de apascentar os cordeiros? Como não existe o papado? Se Jesus ordena que se confirme a fé, não deixa de dar infalibilidade na fé? E agora? Não estamos falando de questões socioculturais, mas messiânicas. Agora, o que vcs não entendem é que por ser Papa, o Pontífice Supremo não é rei nem maior do que os outros. Ele é ou servo dos servos e está a serviço da Igreja com os Bispos na Missão de ligar e desligar representando todos os apóstolos como também a multidão dos fiéis. O Papa não é Deus, mas Providência de Deus, sinal de confirmação como Pedro o foi no Concílio Apostólico de Jerusalém, o qual bania o judaidantismo, tomando a palavra final, concordando todos os que estavam ali. O Papa, pessoalmente, pode ser falível, mas não o é na fé, como vcs também não o são. Um afetuoso ósculo em Cristo Jesus! (Preste atenção que foi Pedro quem começou a pregar aos judeus depois de Pentecostes, e em Pentecostes a Igreja falou línguas diferentes, não só o aramaico) COMENTÁRIO 939: Sim, entendo sua posição, caríssimo Teófilo, mas quando falamos de Igreja não podemos pensar apenas questões socioculturais ou político-culturais, porque o culto que a Igreja realiza ultrapassa toda a língua e barreira sociocultural. A questão do papado não é expressa como invenção da Igreja, vc bem sabe, mas de cunho da Palavra para a Igreja. Não foi Jesus quem disse: "És Pedro (Cefa)?" Não foi ele quem recomendou: "Cefa, confirma teus irmãos na fé". Não pediu Paulo permissão a Pedro para pregar? Não questionou Jesus três vezes a Pedro encarregou-lhe de apascentar os cordeiros? Como não existe o papado? Se Jesus ordena que se confirme a fé, não deixa de dar infalibilidade na fé? E agora? Não estamos falando de questões socioculturais, mas messiânicas. Agora, o que vcs não entendem é que por ser Papa, o Pontífice Supremo não é rei nem maior do que os outros. Ele é ou servo dos servos e está a serviço da Igreja com os Bispos na Missão de ligar e desligar representando todos os apóstolos como também a multidão dos fiéis. O Papa não é Deus, mas Providência de Deus, sinal de confirmação como Pedro o foi no Concílio Apostólico de Jerusalém, o qual bania o judaidantismo, tomando a palavra final, concordando todos os que estavam ali. O Papa, pessoalmente, pode ser falível, mas não o é na fé, como vcs também não o são. Um afetuoso ósculo em Cristo Jesus! (Preste atenção que foi Pedro quem começou a pregar aos judeus depois de Pentecostes, e em Pentecostes a Igreja falou línguas diferentes, não só o aramaico)
24 de janeiro de 2007 at 13:16
Sim, entendo sua posição, caríssimo Teófilo, mas quando falamos de Igreja não podemos pensar apenas questões socioculturais ou político-culturais, porque o culto que a Igreja realiza ultrapassa toda a língua e barreira sociocultural. A questão do papado não é expressa como invenção da Igreja, vc bem sabe, mas de cunho da Palavra para a Igreja. Não foi Jesus quem disse: "És Pedro (Cefa)?" Não foi ele quem recomendou: "Cefa, confirma teus irmãos na fé". Não pediu Paulo permissão a Pedro para pregar? Não questionou Jesus três vezes a Pedro encarregou-lhe de apascentar os cordeiros? Como não existe o papado? Se Jesus ordena que se confirme a fé, não deixa de dar infalibilidade na fé? E agora? Não estamos falando de questões socioculturais, mas messiânicas. Agora, o que vcs não entendem é que por ser Papa, o Pontífice Supremo não é rei nem maior do que os outros. Ele é ou servo dos servos e está a serviço da Igreja com os Bispos na Missão de ligar e desligar representando todos os apóstolos como também a multidão dos fiéis. O Papa não é Deus, mas Providência de Deus, sinal de confirmação como Pedro o foi no Concílio Apostólico de Jerusalém, o qual bania o judaidantismo, tomando a palavra final, concordando todos os que estavam ali. O Papa, pessoalmente, pode ser falível, mas não o é na fé, como vcs também não o são. Um afetuoso ósculo em Cristo Jesus! (Preste atenção que foi Pedro quem começou a pregar aos judeus depois de Pentecostes, e em Pentecostes a Igreja falou línguas diferentes, não só o aramaico)
Aguarde, por favor...