Livro de Visitas

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Prof. Luis Arruda Prof. Luis Arruda
1 de novembro de 2003 at 08:39
Uma Igreja viva se caracteriza pelas frequentes ações missionárias e a preocupação inerente à sua natureza: levar o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo a todos, sem distinção. Para isto é necessário ser ousado, confiante e as vezes pioneiro. Aqueles que se enquadram neste último podem pagar o preço da incompreensão, do isolamento e da estranheza por parte dos que estão fechados em seu ostracismo cristão. Todas as religiões surgidas desde o aparecimento do homem, seguem a trilha de espalhar a todos os cantos a sua crença, a sua fé, pois acreditam nisto e querem que muitos outros também sejam agraciados por esta fé. O cristianismo se espalhou rapidamente no mundo porque houve os missionários que deram a sua vida pela evangelização. Os primeiros foram os apóstolos que, mesmo sob a perseguição, viajavam para levar o que o Mestre lhes ensinou. Graças a São Paulo o cristianismo se espalhou pela Europa oriental e ocidental. Cirilo e Metódio, Santos da Igreja levaram este tesouro aos povos eslavos e arredores. A Igreja Latina fez este trabalho levando sua profissão às Américas por primeiro. Se hoje observamos um número cada vez maior de novas crenças sendo alojadas em comunidades é porque o espírito missionário da Igreja está em crise ou não se sabe fazer missão. Levar a Fé Ortodoxa Cristã àqueles que ocupam terras não ortodoxas é um desafio. Pois as comunidades ortodoxas já instaladas não se abrem ao novo, ao pioneirismo pois tem medo de perder a tradição étnica. Os valores étnicos de fato não devem ser perdidos ou esquecidos, mas isto não deve atrapalhar a MISSÃO da Igreja. A Igreja Ortodoxa na América organizou-se com esta preocupação: levar a fé cristã ortodoxa aos não étnicos, sem medo de perder nada, somente ganhar almas para Deus. Prof. Luis Arruda – Minas Gerais
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